Estou farto de pensar muito... Dedicar-me hei à expressão por imagens e a pequenos rasgos literários que possam surgir.
Bem hajam.
Na minha próxima vida quero vivê-la de trás para a frente. Começar morto para despachar logo esse assunto. Depois acordar num lar de idosos e sentir-me melhor a cada dia que passa. Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a pensão e começar a trabalhar, receber logo um relógio de ouro no primeiro dia. Trabalhar 40 anos até ser novo o suficiente para gozar a reforma. Divertir-me, embebedar-me e ser de uma forma geral promíscuo, e depois estar pronto para o liceu. Em seguida a primária, fica-se criança e brinca-se. Não temos responsabilidades e ficamos um bébé até nascermos. Por fim, passamos 9 meses a flutuar num spa de luxo com aquecimento central, serviço de quartos à descrição e um quarto maior de dia para dia e depois Voila! Acaba como um orgasmo! I rest my case.
(Não adoro o senhor, mas esta saiu-lhe bem)
"Estória é um neologismo proposto por João Ribeiro (membro da Academia Brasileira de Letras) em 1919, para designar, no campo do folclore, a narrativa popular, o conto tradicional.
Alguns consideram o termo arcaico, por ser encontrado em textos antigos, no tempo em que a grafia da língua portuguesa ainda não estava bem definida, bem como outra grafias como hestória, istória ou estórea.
O termo acabou por não ter uma aceitação generalizada, não figurando nos dicionários portugueses e apenas em alguns brasileiros. Apesar de ser usada na linguagem coloquial, o termo não existe na norma culta."
E agora um tom de insatisfação...
e o meu preferi
do... (Lotus)
Diáriamente é esta a utilização da ciclovia de Telheiras, mas mais rídiculo do que não saber viver em comunidade é escrever coisas destas e achar normal: